Sky promete mais de 100 novos canais até o fim do ano

 Com a chegada do novo satélite no início do ano, o Sky-B1, e a inauguração do  Jaguariúna Broadcast Center (JBC), na cidade de Jaguariúna, interior de São Paulo, a Sky está pronta para ampliar a oferta de conteúdo no país. A operadora anunciou nesta quinta, 13, que até o fim de 2017, lançará mais de 100 canais. O Sky-B1 tem capacidade para carregar até 500 canais HD. Já o JBC, com mais de 33 mil m2, triplica a capacidade atual. Esse é o maior investimento já feito pela operadora, da ordem de R$ 1,3 bilhão.

Além de canais tradicionais de diversos gêneros, a Sky promete “canais de experiência, que mudam a forma de o cliente assistir ao conteúdo esportivo”, canais a la carte, de aluguel de filmes, afiliadas da Rede Globo em HD e SD.

Neste mês de julho, a operadora incluiu o novo canal esportivo HD ESPN Extra (canal 600). Oferecido a la carte, ele está disponível para aquisição dos clientes que possuem combos HD. O ESPN Extra tem conteúdo exclusivo e variedade esportiva: desde programas e campeonatos de esportes de games como Clash Royale, League of Legends e Counter Strike:Go, passando por esportes radicais com os X Games; partidas ao vivo das maiores ligas de futebol europeias; conteúdo regional com a programação da ESPN Nordeste; e a marca ESPN W com o programa Olhar ESPNW, jogos da WNBA e a série ESPN Filmes.

Outra novidade para os amantes do esporte são os canais de experiência que permitem sintonizar em uma única tela mais de um canal. Já está disponível para os assinantes o canal de experiência ESPN. Nele é possível assistir, em formato mosaico, de forma simultânea os canais ESPN, ESPN+, ESPN Brasil e ESPN Extra. Até o fim do ano, também entrarão na grade os canais de experiência SporTV e Premiere.

Para ampliar a oferta de filmes, a Sky lançará 20 canais de aluguel de filmes, sendo dez em HD e dez em SD, disponíveis para toda a base de assinantes, inclusive clientes pré-pago, que poderão alugar títulos recém-saídos do cinema nos novos canais.

Ao longo de 2017 serão lançados ainda mais de 40 canais em HD de vários gêneros. Neste ano, já entraram na grade os infantis Boomerang HD e Nick Jr. HD, Fox Premium 1 e 2 e ainda serão lançados canais como Discovery Civilization, Discovery Science, DogTV, NatGeo Kids, HGTV, novos canais Premiere, Vice, entre outros.

Media center

Outra novidade da operadora é o Sky Media Center (SMC), que traz novas funcionalidades. Com o serviço é possível: começar a assistir um programa em um cômodo da casa e finalizar em outro, do ponto em que parou; pausar programas ao vivo e programar a gravação de até cinco programas ao mesmo tempo em todos os pontos da casa; além de assistir a dois programas simultaneamente no ponto principal. O SMC tem um recurso de recomendação de conteúdo de acordo com o perfil de consumo, gravando previamente programas de TV e seriados que possam estar de acordo com o hábito de assistir televisão da casa do assinante. Os equipamentos também podem ser conectados à internet, via wi-fi, permitindo o acesso a aplicativos interativos e, futuramente, ao novo serviço de streaming da operadora, que será lançado no segundo semestre de 2017, o Sky Play.

Pelo Sky Play, o cliente terá acesso a um catálogo com mais de 5 mil títulos de filmes, séries e programas de TV, incluindo conteúdo VOD com lançamentos recém-saídos do cinema e serviços on demand dos canais, podendo assistir pelo equipamento Sky (DVR) conectado à internet, computadores, smartphones e tablets.

Pré-pago

A operadora ainda disponibiliza novas opções de recarga para seus clientes do Sky Pré-Pago. Agora é possível adquirir recargas de curta duração que variam de três a 30 dias, de canais Telecine, HBO, Premiere, Combate, Sexy Hot, SexPrive e Playboy TV, com preços que vão de R$ 9,90 a R$ 74,90.

App

A Sky disponibiliza um novo app, o “Minha Sky”, gratuitamente nas lojas App Store e Play Store. O aplicativo conta com trailer de filmes e séries disponíveis no Guia de Programação e permite que o usuário grave à distância, além de agendar lembretes para não perder o seu programa favorito. O assinante pode ainda alterar seus dados cadastrais, enviar sinal e consultar a fatura pelo app. Os clientes Sky Pré-Pago podem ainda efetuar recargas via aplicativo sem sair de casa.

Tela Viva

 

Now traz lançamento simultaneamente ao cinema

 O Now, serviço de vídeo sob demanda para clientes Net e Claro HDTV, inclui o documentário “A Luta de Steve” em seu catálogo, no mesmo dia em que o filme estreia nos cinemas. O longa conta a história de Steve Gleason, ex-jogador de futebol americano que em 2011, aos 34 anos, foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica, uma doença neuro degenerativa. Com a estimativa de viver somente cinco anos de vida, o herói da NFL tornou-se um exemplo de superação e determinação na luta contra a doença.

O documentário foi indicado ao Grand Jury Prize no Sundance Film Festival e ganhou o Audience Award no SXSW Film Festival, entre outros prêmios e poderá ser assistido pelo Now pelo preço de R$21,90.

“A Luta de Steve” estará nas salas das cidades de São Paulo, Brasília, Curitiba e Salvador. No Rio de Janeiro, poderá ser assistido no Circuito Estação Net – Botafogo.

Tela Viva

‘Gangnam Style’ não é mais o vídeo mais assistido no YouTube

 Depois de cinco anos na liderança, o clip da música “Gangnam Style”, do sul-coreano Psy, não é mais o vídeo com maior número de acessos no YouTube. Ele foi ultrapassado pelo clip da música “See You Again”, de Wiz Khalifa e Charlie Puth.

O vídeo foi acessado 2.895.373.709 vezes, batendo as 2.894.426.475 visualizações de “Gangnam Style”. O principal motivo para o alto número de acessos é o fato de que a música foi usada nos créditos do filme “Velozes e Furiosos 7”, em homenagem ao ator Paul Walker, que morreu em um acidente de carro antes do longa ter sido concluído.

 De acordo com a análise da Midia Research, cada visualização no YouTube gera US$ 0,001 para a indústria da música, o que significa que Khalifa e Charlie Puth ganharam em torno de US$ 2,9 milhões do YouTube com a música.

Veja quais são os 10 vídeos mais acessados no YouTube:

Reprodução

Olhar Digital

Pedidos de visto de brasileiros para estudar em Portugal aumentam 148%

Hoje, 22 universidades portuguesas aceitam o Enem como forma de ingresso


Os namorados Gustavo Ponzo e Laís Said se preparam para cursar mestrado na Universidade do Porto: instituição dá até 50% de desconto para brasileiros – Fernando Lemos

 

  • No consulado, os números acompanham um crescimento na solicitação de vistos em geral: de 54% em 2016, face ao ano anterior. Neste período, o crescimento para vistos de estudante foi de 60% — e este tipo de autorização corresponde a 69% de todas as solicitações de visto.

As universidades reconhecem que um pontapé importante para este movimento foi uma mudança na legislação portuguesa que permitiu a candidatura de estrangeiros à graduação, e em consequência, uma progressiva incorporação da nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso em seus cursos. A primeira universidade portuguesa a aceitar o Enem no processo seletivo para brasileiros foi a Universidade de Coimbra, em 2014. Hoje, 22 instituições portuguesas permitem o procedimento.

Em Coimbra, o ano letivo de 2016-2017 registrou o maior número de brasileiros em licenciatura, mestrado e doutorado desde 2010: um total de 2.300 estudantes. No ano letivo de 2010-2011, esse número era de 1.176, e em 2015-2016, 2.174. A universidade destacou que o crescimento aconteceu mesmo diante da suspensão de instituições portuguesas do programa Ciência Sem Fronteiras, anunciada em 2013, sob argumento de que os brasileiros deveriam ser estimulados a aprender outros idiomas além do português.

PROCURA É BEM-VINDA

Segundo André Botelheiro, coordenador de Comunicação da Universidade do Algarve, a instituição vê com bons olhos o crescimento da procura de brasileiros:

— O ambiente cosmopolita da universidade, em que a comunidade brasileira é a mais numerosa, ganha com o aumento do número de alunos do Brasil.

Na Universidade do Porto, a presença dos brasileiros em seus cursos, seja via formações completas (chamados estudantes de grau) ou intercâmbios, também é marcante: nos últimos cinco anos, ela correspondeu a cerca de 40% do total de estudantes internacionais. Do ano letivo 2015-16 ao 2016-2017, o salto de matrículas de brasileiros aconteceu tanto entre os estudantes de grau (passando de 736 a 975 alunos, um aumento de 32%) quanto entre intercambistas (de 622 a 656, crescimento de 5%).

Fátima Marinha, vice-reitora da universidade, também festeja os dados:

— A mistura de brasileiros e portugueses é natural e é simbolicamente muito rica: o melhor do Brasil e o melhor de Portugal convivem; a língua mutuamente se enriquece, os estudantes sentem com facilidade a importância do que nos une.

FOCO NA PÓS-GRADUAÇÃO

Os dados da Universidade do Porto revelam também que a maior parte dos estudantes de grau brasileiros está hoje na pós-graduação: enquanto há 204 na graduação, outros 386 fazem mestrado e 385, doutorado. Já a Universidade do Algarve, que tem 60 mestrandos e doutorandos brasileiros no atual ano letivo, espera que o valor chegue perto de cem no próximo.

Na próxima leva de estudantes brasileiros que chegará à Universidade do Porto para programas de pós-graduação está o casal de namorados Laís Said e Gustavo Ponzo, ambos de 25 anos. Eles vão cursar programas de mestrado na Faculdade de Engenharia a partir de setembro.

— Com certeza a crise influenciou na minha decisão. Acabei de me formar, e acredito que o mestrado poderá me alavancar profissionalmente. Mas o principal motivo mesmo é a segurança, a falta de qualidade de vida aqui no Rio — aponta a jovem, que está empregada em uma consultoria de tecnologia da informação. — Para quem tem essa oportunidade, acho que ela tem um ótimo custo-benefício. A qualificação já pesa no currículo, ainda mais quando é feita fora.

Laís destaca também outro atrativo: um desconto na universidade para estudantes brasileiros, que pode chegar a 50% da mensalidade.


Maria Helena Lessa destaca que duração menor do doutorado é atrativo – Fernando Lemos / Agência O Globo

Para a advogada Maria Helena Lessa, de 50 anos, que se prepara para cursar um doutorado na Universidade Autónoma de Lisboa a partir de julho, outro ponto positivo de estudar em Portugal é a duração desta formação no país. Se no Brasil, em média, um doutorado leva quatro anos, o programa que ela cursará dura três.

Apesar de ter a despesa com a passagem e moradia, o custo-benefício é bastante convidativo. Além disso, Portugal está em franca expansão e tem cursos muito atualizados — aponta a advogada.

Para Tamara Naiz, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), não se pode falar da migração de estudantes para Portugal sem tratar da falta de investimentos por aqui:

— Estamos sem perspectivas. Com o congelamento de gastos na educação, na ciência e tecnologia, vamos ter uma fuga de cérebros. Precisamos de incentivos para os pós-graduandos no Brasil, além de uma diversificação dos programas. Estas pessoas que estão indo para Portugal em boa parte têm objetivos mais profissionais: elas voltam para a universidade para melhorar a qualificação e depois retornam ao mercado. É preciso ampliar os perfis de pós-graduação — aponta Tamara.

O Globo

Voos nacionais estão até 26% mais baratos em julho

Os preços das passagens para os destinos mais procurados nas férias estão mais baratos em relação ao ano passado, segundo uma pesquisa do site Viajanet

São Paulo – Julho chegou e você ainda não planejou a viagem de férias? A notícia boa é que você pode gastar menos do que no ano passado com passagens aéreas, segundo um levantamento da agência de viagens online Viajanet.

Entre os voos para os dez destinos mais procurados no Brasil, as passagens aéreas para Belém apresentaram a maior queda, de 26%. O preço médio dos bilhetes para a cidade em julho de 2017 é de 575 reais. Quem viajou para lá em julho de 2016 pagou 781 reais, em média.

O preço médio dos voos para Belo Horizonte também caiu. O recuo foi de 25% nas passagens para julho de 2017 em relação a julho de 2016, passando de 574 reais para 427 reais.

O Viajanet levantou os preços médios para julho no dia 26 de junho e comparou com os valores de venda na mesma data de 2016.

Neste ano, as companhias aéreas aumentaram as promoções para julho porque a demanda está menor, segundo o gerente de marketing do Viajanet, Gustavo Mariotto.

“A alta do dólar se  acentuou no início do ano devido ao cenário político nacional e encareceu os preços das passagens aéreas, o que resultou em uma menor demanda pelos bilhetes”, explica. Mariotto recomenda buscar voos de ida e volta no meio da semana e, se possível, esperar até agosto para viajar.

A seguir, veja o ranking dos destinos que apresentaram a maior queda de preço de julho de 2016 para julho de 2017, entre as dez capitais mais buscadas:

Destino Queda de preço de 2016 para 2017 Preço médio em julho de 2017 Preço médio em julho de 2016
Belém -26% R$ 575 R$ 781
Belo Horizonte -25% R$ 427 R$ 574
Brasília -22% R$ 438 R$ 565
São Paulo -16% R$ 454 R$ 541
Porto Alegre -12% R$ 483 R$ 549
Curitiba -12% R$ 433 R$ 494
Rio de Janeiro -10% R$ 440 R$ 492
Salvador -10% R$ 543 R$ 606
Recife -10% R$ 593 R$ 653
Fortaleza -2% R$ 717 R$ 737

Fuja da sexta e do domingo para economizar até 55%

Comprar passagens aéreas com partida no sábado e volta na quinta, em vez de partida na sexta e volta no domingo, pode fazer você economizar até 55%, segundo uma pesquisa do site Expedia, porque os voos são mais vazios.

Além disso, quem compra bilhetes com dois meses de antecedência paga, em média, 35% menos para São Paulo e 20% menos para o Rio de Janeiro, em relação a quem deixa para comprar a passagem uma semana antes do voo. Para Miami, os bilhetes chegam a custar 40% menos com antecedência e, para Buenos Aires, 20% menos.

Exame.com

Curry renova com Warriors e se torna o mais bem pago da história da NBA

Armador receberá 201 milhões de dólares para seguir no atual campeão por cinco temporadas, desbanca Mike Conley e vira o detentor do salário mais alto da Liga

  1. Stephen Curry; Golden State Warriors x Cleveland Cavaliers; Jogo 5 final NBA (Foto: Reuters)
  2. Curry ocupa agora o topo entre os mais bem pagos da história da NBA (Foto: Reuters)

A fera seguirá nos Warriors. Em infirmação confirmada na noite desta sexta-feira, Stephen Curry acertou a renovação de seu compromisso com o Golden State e permanecerá por mais cinco anos no atual campeão da NBA. O armador de 29 anos receberá um total de nada menos do que 201 milhões de dólares, o equivalente a aproximadamente 665 milhões de reais.
Os estratosféricos valores transformam Curry como o mais bem pago da história da Liga, superando Mike Conley. Também por cinco temporadas, o armador renovou em 2016 seu vínculo com o Memphis Grizzlies recebendo ao todo 153 milhões de dólares, o correspondente hoje a 506 milhões de reais. Antes de Conley, o dono do contrato mais robusto era o agora aposentado Kobe Bryant (cerca de 136 milhões de dólares com o Los Angeles Lakers, ou 450 milhões de reais).
Estreando em 2009, Stephen Curry parte para sua nona temporada nos Warriors, pela qual conquistou os títulos de 2014/15 e 2016/17, além, é claro, dos corações dos torcedores da franquia de Oakland. O anúncio do espetacular novo contrato de Steph já rendeu congratulações ilustres nas redes sociais, como a de LeBron James, felicitando o rival da grande final da temporada.

AS OUTRAS NOVIDADES DA ABERTURA DA JANELA

Clippers seguram Griffin 

Peça imprescindível no Los Angeles Clippers e uma das figurinhas carimbadas da NBA, o possante Blake Griffin permanecerá na franquia californiana, enfraquecida após a saída de Chris Paul. Aos 28 anos, o camisa 32 irá receber 173 milhões de dólares (572 milhões de reais) por mais cinco anos de contrato.

Livingston também renova com Warriors

Jogador importante na conquista dos Warriors, Shaun Livingston (31 anos) foi outro a selar novo acordo. Por 24 milhões de dólares (cerca de 80 milhões de reais) em mais três temporadas de compromisso, o armador suplente vai permanecer como companheiro de Curry no time da Califórnia.

Mills segue nos Spurs

Por 50 milhões de dólares (165 milhões de reais) em quatro temporadas, o australiano Patty Mills (28 anos) prorrogou sua estada em San Antonio. Desde 2011 nos Spurs, o armador é uma das opções de criação da equipe comandada por Gregg Popovich.

Teague fecha com Wolves

Mudança de ares para Jeff Teague. O armador de 29 anos trocou o Indiana Pacers pelo Minnesota Timberwolves. Por um vínculo de três anos, o armador receberá 57 milhões de dólares (188 milhões de reais).

Sportv

Veja como você pode ser sócio de um shopping com R$ 100

Investir em um fundo imobiliário pode ser menos arriscado e mais rentável do que alugar seu próprio imóvel. Veja como escolher a aplicação

São Paulo – Investir em um shopping, em um edifício comercial ou em um galpão logístico pode ser menos arriscado e mais rentável do que colocar um imóvel para alugar. Com cotas a partir de 100 reais e rendimento isento de Imposto de Renda, os fundos imobiliários merecem mais atenção com a recente queda da Selic, atualmente em 10,25% ao ano.

A rentabilidade dos fundos imobiliários tende a ficar mais atraente à medida que o corte da taxa básica de juros reduz o retorno de investimentos de renda fixa, como o Tesouro Direto e CDB.

A Selic sofreu seis cortes consecutivos desde outubro de 2016, passando de 14,25% para os atuais 10,25% ao ano, e a expectativa é de que a taxa termine 2017 em 8,5% ao ano, segundo a versão mais recente do Boletim Focus do Banco Central.

A indústria de fundos já antecipou a expectativa de valorização do mercado imobiliário, com preços em alta no último ano. Nos últimos 12 meses, o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (Ifix) da B3 subiu 27%.

“Cotados em Bolsa, os fundos imobiliários são precificados antecipando o que vai acontecer no futuro. Os gestores já projetaram a recuperação do mercado imobiliário e reagiram antes”, explica Michael Viriato, coordenador do laboratório de finanças do Insper.

No fundo imobiliário, você também ganha dinheiro com a renda de imóveis. A diferença é que, em vez de alugar seu imóvel sozinho, você compra cotas de um fundo de investimento que tem participação em lojas de shopping ou escritórios de um prédio inteiro, por exemplo.

Os fundos imobiliários mais sólidos do mercado são formados por shoppings, prédios de escritórios e galpões logísticos, segundo Sérgio Belleza, fundador do primeiro fundo imobiliário do Brasil e um dos maiores especialistas no segmento. Mas também é possível investir em universidades e escolas, hotéis e hospitais, entre outros empreendimentos.

A rentabilidade média dos fundos imobiliários pode ser maior do que o retorno oferecido pelo aluguel, pois, diferentemente de você, o gestor do fundo pode diversificar os investimentos e ter um desempenho melhor.

Além disso, ao investir em um fundo, você tem acesso a grandes empreendimentos, que tendem a se valorizar mais, e não precisa se preocupar com a locação do imóvel. Também tem mais facilidade para vender as cotas do que o imóvel em si —se desfazer de um imóvel rapidamente sem prejuízo é praticamente impossível, enquanto as cotas de um fundo podem ser vendidas a qualquer momento, e você recebe o dinheiro em três dias.

O risco de investir em um fundo imobiliário também é menor do que o de alugar seu imóvel, pois você divide a vacância —quando o imóvel fica desocupado— com os outros cotistas do fundo. Ou seja: você não ganha nada se o seu imóvel para alugar fica desocupado. Já no fundo, você continua ganhando se a taxa de vacância aumenta, mesmo que o retorno seja menor.

“Quando você investe em um imóvel sozinho, o risco de arcar com vacância, despesas e reformas é 100% seu. No fundo, você pode ser sócio de um imóvel muito maior sem ter muito dinheiro e divide os riscos”, explica Fernando Silva Teles, responsável pela área de fundos imobiliários da corretora Coinvalores.

Como escolher o fundo imobiliário

Fundos imobiliários são investimentos de renda variável, ou seja, sua remuneração não pode ser prevista no momento da aplicação. Eles são indicados para quem deseja ter renda de aluguéis e está disposto a estudar sobre o mercado imobiliário, como se fosse comprar um imóvel para investir. Mas aplicar em um fundo é mais fácil do que investir sozinho.

“Você não tem a mesma capacidade de análise do mercado do que o gestor do fundo, nem a mesma capacidade de negociação de preço”, explica Viriato, do Insper.

É melhor não colocar todo o dinheiro no mesmo investimento. Se você está começando, é aconselhável aplicar em fundos que apliquem em outros fundos, para aprender como se faz.

Para escolher o fundo, é recomendado analisar a performance nos últimos cinco anos e a taxa de vacância. Quanto menor a taxa de vacância, ou seja, quanto menos imóveis estiverem desocupados, maior tende a ser a rentabilidade, como explica Vinicius Fuzikawa, especialista em investimentos da corretora Easynvest.

Além disso, é preciso conhecer a composição do fundo escolhido. Os que investem não apenas em imóveis, mas também em aplicações de renda fixa atreladas ao mercado imobiliário, como Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), são menos arriscados e podem oferecer retornos menores.

Vale destacar que o rendimento dos fundos negociados na B3 não sofre desconto de Imposto de Renda, diferente do aluguel de imóveis. As vendas das cotas com lucro são taxadas em 20% e algumas corretoras cobram taxa de administração, em torno de 0,5%.

Exame.com

8 dicas para você terminar uma corrida de rua inteiro

Para cruzar a linha de chegada inteiro, fuja desses oito erros típicos

Se você mora em São Paulo ou no Rio de Janeiro já deve ter percebido que não existe um fim de semana no ano em que não aconteça, pelo menos, uma prova de corrida na cidade. Outras metrópoles estão trilhando o mesmo caminho. Se você também quer trocar a esteira pela corrida de rua, fique atento ao que diz o ortopedista da Maratona do Rio – que está a poucas semanas de sua 15ª edição – Sérgio Maurício. Ele alerta que, apesar de ser um esporte fácil de se aderir, a corrida também inspira cuidados, já que pode causar lesões sérias, e até fraturas. “Correr é muito democrático, mas é importante entender que não basta apenas pegar um par de tênis e sair”, explica o médico.

maratona do Rio (Foto: Divulgação)

Confira os oito erros mais comuns de quem decide largar em uma dessas provas

Não descansar
A corrida é definitivamente um esporte viciante. Porém, correr todos os dias pode levar a lesões por impacto repetitivo. Nem corredores experientes fazem isso todos os dias, em geral, havendo de 2 a 3 intervalos na semana. Ao solicitar nossos músculos e tendões, geramos micro lesões que necessitam de tempo para reparo. Não respeitar os descansos pode predispor a estiramentos musculares e tendinites. O ideal no início é não correr em dias seguidos! Aos mais iniciantes é ainda indicado “descansar durante o treino”, alternando corridas com caminhadas até que a musculatura aguente o treino sem entrar em fadiga extrema.

Pensar alto demais no início
As corridas de rua tiveram um crescimento enorme nos últimos anos, mas, muitas pessoas querem pular etapas e desde o início treinar para longas distâncias. Correr uma maratona (42,195km) ou uma meia-maratona (21,090km) exige tanto uma preparação quanto uma adaptação do corpo ao esporte. Comece com distâncias mais curtas como 5 e 10km e procure um professor de corrida com experiência para programar seu calendário de provas e de treinos.

Começar forte sem aquecer
Durante o repouso, grande parte da nossa circulação fica em nossos órgãos como intestinos e rins, enquanto os músculos armazenam apenas 15 a 20% do sangue total. No exercício extremo, nosso fluxo sanguíneo é desviado para a musculatura, atingindo 80 a 85% da circulação total. Quando a pessoa começa a correr forte sem aquecimento prévio, não prepara o músculo para o exercício que está por vir, predispondo a lesões. Corra leve por 10 a 20 minutos antes de apertar seu ritmo, isso irá melhorar a qualidade do seu treino e proteger seu corpo.

Acompanhar corredores mais velozes em provas
Esse é um erro muito comum. No dia da prova sempre terá aquela pessoa que corre mais que você, ou então aquele que força muito no inicio e “quebra” no meio da prova. Siga seu planejamento, pois ir além do seu limite exige mais do seu corpo e isso pode te custar caro.

Insistir na dor
A grande maioria das dores do esporte é proveniente de lesões por esforço repetitivo, ou seja, se o atleta continuar insistindo, só irá agravar e provavelmente a conta chegará lá na frente. É muito mais simples tratar a grande maioria das lesões da corrida no início. Em alguns casos, basta reduzir a carga de treino e corrigir algumas falhas através de treinos específicos e fisioterapia, para depois retomar as corridas com maior intensidade. Quando a lesão está mais avançada, é comum ter que interromper o treino por semanas para que a inflamação possa ceder.

Se empolgar demais na largada
Um dos principais erros é treinar para fazer a prova em um ritmo e na hora da largada se empolgar com a galera do lado e apertar o passo. Dali a 1km já vai estar querendo andar. Comece em um ritmo mais lento e vá apertando o passo caso se sinta bem. Curta a prova!

Chegar em cima da hora de largada
No dia da prova se organize para chegar com pelo menos 30 minutos de antecedência. Em geral algumas vias ficam interditadas, é difícil achar vaga para o carro e tem sempre uma caminhada até a largada. Chegue com calma para que possa aquecer com um com um trote leve de 10 minutos, colocar seus itens no guarda volumes e se posicionar bem para a largada.

Esperar a sede chegar
Estar hidratado é fundamental, e se você está com sede, é um sinal que já está com uma leve desidratação. Leve uma garrafinha para beber água ou isotônico antes da prova. Mesmo que não esteja com sede, beba um golinho de água em cada posto de hidratação, e em dias quentes, jogue o restante do copo em sua cabeça para refrescar.

GQ Brasil